A relação entre Donald Trump e Elon Musk passou por uma virada rápida: em maio de 2024, veículos noticiaram que Trump teria discutido um possível papel consultivo para o empresário, especialmente em temas como economia e fronteira. Na época, Musk afirmou publicamente que não havia conversas sobre assumir um cargo.
Depois disso, a dinâmica evoluiu para um cenário em que Musk deixou de ser apenas “apoio externo” e passou a ter papel central em debates sobre máquina pública, cortes e reformas. Reportagens em 2025 já o colocavam como figura-chave em iniciativas de enxugamento do Estado e pressão por mudanças estruturais.
Em 2026, a influência política do empresário voltou ao noticiário com foco no ciclo eleitoral e em estratégias de mobilização, doações e articulação com lideranças republicanas. A leitura predominante é que a convergência entre tecnologia, financiamento e política virou um ativo estratégico para o partido.
O “eixo” Trump–Musk, portanto, deixou de ser conversa de bastidor e virou um fator com impacto direto em agenda de governo, disputa institucional e narrativa pública — especialmente quando temas como eficiência, transparência e segurança eleitoral entram no centro do debate.

Linha do tempo (resumo)

Por que isso importa em 2026

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