Uma análise publicada pela TNX Brasil (em reprodução de conteúdo da ADM PRO/CRA-SP) aponta que 2026 combina três pressões simultâneas sobre gestores: economia mais incerta, ano eleitoral e aceleração tecnológica. O texto afirma que administradores precisarão ir além do planejamento tradicional, desenvolvendo criatividade, leitura política e domínio de inovação para navegar em ambientes públicos e privados.

No eixo econômico, o conteúdo destaca o início da vigência da reforma tributária, com a substituição de tributos sobre consumo por CBS e IBS, formando o chamado IVA Dual. Especialistas citados alertam que a transição pode exigir que empresas administrem sistemas paralelos, elevando burocracia, e apontam risco de aumento de carga em setores como serviços, além de impactos sobre pequenos negócios e cadeias de crédito.

No eixo político, o texto lembra que eleições gerais tendem a mexer com expectativas, juros e custo de capital, principalmente em um ambiente polarizado. A recomendação apresentada é de “sintonia fina” no planejamento, com atenção ao equilíbrio fiscal, regulatório e de governabilidade — e alerta para o peso de fake news na reputação e na confiança do consumidor, exigindo monitoramento e protocolos de reação.

Já no eixo tecnológico, a análise destaca hiperpersonalização, IA distribuída para gestores e computação de bordo com IoT industrial. O texto cita ainda estudos e exemplos para defender que IA funciona melhor como “copiloto”, mas exige maturidade, checagem e governança, incluindo segurança e privacidade como responsabilidade de toda a organização. A conclusão é que tecnologia é meio — e que, quanto mais automação, mais competências humanas (ética, negociação e empatia) viram diferencial competitivo.

O que é IVA Dual (CBS + IBS)
Modelo de imposto sobre valor agregado com dois tributos: CBS (federal) e IBS (estados e municípios), prometendo simplificação, mas com transição complexa.

IA como “copiloto”: o risco da resposta convincente
O texto alerta para a “ilusão de competência”: a IA pode soar certa e induzir decisões erradas sem validação, exigindo governança e revisão humana.

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